segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Com captações bilionárias e juro baixo, setor imobiliário inicia ciclo de expansão


Com aumento de 70% nas vendas de imóveis residenciais em SP até setembro e melhora no mercado corporativo, setor se prepara para aceleração maior em 2020

Mônica Scaramuzzo, Fernando Scheller e Márcia De Chiara


O mercado imobiliário pode estar perto de uma retomada vigorosa. De julho para cá, seis construtoras e incorporadoras captaram R$ 3,8 bilhões em novas ofertas de ações para colocar o pé no acelerador em seus projetos residenciais e comerciais. Com a queda dos juros - a taxa Selic atingiu 5% ao ano na última semana - e o maior interesse de investidores no setor, a expectativa é de que as captações possam dobrar nos próximos meses, já que outros grupos se preparam para ir à Bolsa.

O ânimo do setor é uma boa notícia para a economia como um todo. "Tradicionalmente, esse segmento antecipa o cenário de crescimento econômico. Há expectativa de recuperação do PIB, a expansão deve ser menos intensa, mas sustentável no longo prazo", diz Alessandro Farkuh, responsável pela área de banco de investimento do Bradesco BBI, que coordenou boa parte das operações das construtoras na Bolsa.

Com esses recursos, as construtoras pretendem abrir novos canteiros de obras, sobretudo em São Paulo. E isso já se reflete em outros setores da indústria. "Começamos a sentir nas últimas semanas maior demanda por aço vinda do setor imobiliário", disse Gustavo Werneck, presidente da Gerdau. O mesmo movimento deve acontecer com o cimento e outras matérias-primas.

Quem se movimenta pela capital paulista percebe que guindastes voltaram a fazer parte do cenário. Dados do Secovi-SP, obtidos pelo Estado, mostram que, de janeiro a setembro, foram comercializadas 30,5 mil unidades residenciais só na capital, número 70% maior do que o do mesmo período do ano passado. "Isso é mais do que as 29,9 mil vendidas em 2018 inteiro", diz Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP. Só em setembro foram comercializados 4.055 imóveis - a maior marca para o mês e cerca de 50% acima da média histórica.

A retomada do setor, que usa mão de obra intensiva, poderá ser um alento para um indicador que se recusa a apresentar melhora significativa nos últimos anos: o desemprego. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) da semana passada mostraram que a taxa ainda é de 11,8% no País, com 12,5 milhões de pessoas sem trabalho. Dos empregos gerados, a maioria é de vagas informais.

Concentração
As obras, contudo, ainda estão concentradas em edifícios residenciais e comerciais de médio e alto padrão, diz Ana Maria Castelo, analista da FGV/Ibre. "Não vejo um boom generalizado como em 2007, quando muitas companhias foram à Bolsa. A recuperação mais robusta da construção civil virá com a retomada das obras de infraestrutura."

Diversas fontes de mercado ponderaram ao Estado que a expansão do setor imobiliário ainda se resume a São Paulo, cujo mercado se descolou do resto do País. De olho nessa oportunidade, a MPD Engenharia, líder em apartamentos de alto padrão em Alphaville, vai investir até R$ 2 bilhões em empreendimentos nos próximos três anos. Segundo o presidente da empresa, Mauro Dottori, entre 70% e 80% dos recursos serão direcionados para a capital paulista. "São Paulo tem maior dinamismo e retoma primeiro do que outros mercados."

Além das ofertas subsequentes em Bolsa, que são uma importante fonte de financiamento para construtoras, os proprietários de edifícios têm sido assediados por fundos de investimento imobiliário de bancos. Para garantir retorno a seus cotistas, as instituições financeiras estão comprando edifícios corporativos "maduros", que já estão alugados para empresas.

A Tishman Speyer, que desenvolve prédios residenciais e corporativos, vendeu por R$ 1,2 bilhão a torre que abriga a sede corporativa do BB, em Brasília, a um desses fundos. A empresa já tem R$ 1 bilhão captado para investimento adicional no mercado brasileiro. "Além desse dinheiro captado, está mais fácil conseguir crédito nos bancos para viabilizar projetos", afirma Daniel Cherman, presidente da Tishman Speyer no Brasil.


Fonte: Estadão


Marcelo Hummel Corretor de Imóveis CRECI 164753

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sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Caixa Reduz Juro Do Financiamento Imobiliário E Taxa Mínima Cai Para 6,75% Ao Ano, A Menor Do Mercado

Por Mercado Imobiliário

Novas taxas valem para financiamentos que usam a TR; é o segundo corte em linhas de crédito para casa própria do banco em menos de um mês. financiamento imobiliário

A Caixa Econômica Federal anunciou nesta quarta-feira, 30, uma nova redução nas taxas de juros para o financiamento imobiliário com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE), que utilizam uma taxa pré-fixada mais a taxa referencial (TR). A menor taxa passou de 7,5% ao ano mais TR para 6,75% ao ano e a maior: de 9,5% mais TR ao ano para 8,5% mais TR ao ano. As novas taxas serão válidas a partir da próxima quarta-feira, 6.

As tarifas menores valem para linhas de crédito do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI). O SFH é voltado para os financiamentos de imóveis de menor valor e tem parte das unidades financiadas com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O SFI é destinado a imóveis mais caros, sem cobertura do FGTS.

Essa foi a segunda redução nos juros do financiamento imobiliário em menos de um mês. Em 8 de outubro, o banco já havia baixado as taxas mínimas e máximas do crédito imobiliário em 1 ponto percentual. Em setembro, o Itaú reduziu de 8,1% mais TR para 7,45% mais TR a taxa de juros mínima para a casa própria e o Bradesco de 8,20% para 7,30%.

As novas taxas da Caixa não valem para linhas de financiamento imobiliário que usam a inflação para correção. A linha que usa o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), anunciado em agosto. Nesse financiamento, a taxa mínima é o IPCA mais 2,95% ao ano e a máxima, o IPCA mais 4,95% ao ano.

A Caixa lidera o mercado de financiamento imobiliário, com 69% de participação no mercado. Em 12 meses encerrados em junho, a carteira de crédito habitacional do banco cresceu 3,6%, chegando a 452,3 bilhões de reais.

Fonte: Veja


Marcelo Hummel Corretor de Imóveis CRECI 164753

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quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Estoques Baixos No Mercado Imobiliário Indicam Retomada De Preços Em 2019


Por:
 Mercado Imobiliário

Ritmo de lançamentos nos grandes centros urbanos não está sendo suficiente para acompanhar demanda retraída; preços por m² de residências no Centro-Oeste e Sudeste podem aumenta. mercado imobiliário
Em ritmo de recuperação, o mercado imobiliário brasileiro já começa a vislumbrar um movimento mais acelerado de vendas do que lançamentos nos próximos anos. O reaquecimento do setor, mais forte no Sudeste e Centro-Oeste, deve puxar um avanço nos preços.


“Quando olhamos para o desempenho do mercado imobiliário desde o começo do ano até aqui, vemos com otimismo esse processo de retomada. A partir de agora, o preço dos imóveis também será um elemento importante, uma vez que os lançamentos não estão dando conta da demanda por vendas no setor”, argumentou o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), José Carlos Martins, destacando que o valor por m² dos imóveis em comparação ao mês de março de 2017 teve crescimento real de 8%.
De acordo com ele, o mercado imobiliário passa por um momento de regionalização, com destaque para os resultados obtidos nos últimos trimestres nas Regiões Sudeste e Centro-Oeste. “A força que o agronegócio tem impulsionou o reaquecimento desse mercado nos estados do Centro-Oeste; e, consequentemente, São Paulo é um dos locais com destaque nesse cenário pela importância econômica”, afirmou. Martins lembrou que um dos setores que mais empregou no último levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) foi a construção civil, com cerca de 18,7 mil postos criados.

Nesse sentido, de acordo com os números divulgados pela Cbic, no segundo trimestre de 2019 sobre o mesmo período do ano passado, o Sudeste registrou alta de 33,5% nas unidades vendidas; o Centro-Oeste, na mesma base de comparação, teve crescimento de 22%. Já o Nordeste apresentou retração de 17%. No âmbito nacional, houve aumento de 16% nas unidades vendidas dentro da análise interanual – chegando a 32,8 mil unidades.
Na perspectiva do vice-presidente da entidade, Celso Petrucci, o Nordeste apresentou resultados negativos em função do orçamento mais restrito do governo federal, que realiza o subsídio do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). “Vemos já alguns problemas na regularização para a contratação da faixa 1,5 [para famílias com renda de até R$ 2,6 mil] e faixa 2 [para famílias com orçamento de até R$ 4 mil] do programa. Em relação ao ano passado, o repasse deve ser 10% menor”, explicou Petrucci, lembrando que a entidade não alterou a perspectiva do mercado crescer entre 10% e 15% até o final de 2019. “Para o faixa 1, especificamente, esse problema fica mais sério, com a necessidade de R$ 3,2 bilhões em recurso para fechar o ano”, comentou ele.
Outro ponto destacado por ele diz respeito ao tempo médio de venda das unidades residenciais no território nacional. “O período de escoamento desses imóveis vem diminuindo cada vez mais e isso deverá se refletir no preço de forma geral no País”, complementou o dirigente. No primeiro trimestre de 2018, o tempo médio para a comercialização de uma unidade era de 14,3 meses. No segundo trimestre deste ano, houve redução dessa estimativa para 11,1 meses. As cidades que registraram as maiores quedas na oferta final de imóveis foram: Belém, Manaus, Campina Grande, região metropolitana de Belo Horizonte, região metropolitana de São Paulo, Joinville, Curitiba, Uberlândia e a região metropolitana de Goiânia.
Segundo o levantamento realizado pela entidade, a Região Sudeste concentra 40,5% estoques desse mercado; seguido pelo Nordeste (26,1%); Sul (18,3%); Centro-Oeste (10,6%); e Norte (4,5%).
Por fim, questionado sobre os efeitos do plano da Caixa Econômica Federal para criar uma linha de crédito imobiliário com juros prefixados, o dirigente afirmou que o mais importante é ofertar mais recursos e, onde houver maior competição, maiores são as chances dos preços caírem e mais agentes vão atuar. “É um mundo novo. Se tiver impacto no curto prazo, pode ser na venda de imóveis prontos”, afirmou Petrucci.
Fonte: DCI

quarta-feira, 27 de março de 2019

Praia Grande testa moderna máquina na limpeza da faixa de areia

A ‘bob cat T590’ é o primeiro equipamento deste tipo no Brasil
fonte: Prefeitura Municipal de Praia Grande 26/3/2019

A Prefeitura de Praia Grande está testando uma moderna máquina com o objetivo de melhorar a limpeza da faixa de areia da orla. A ‘bob cat T590’ é o primeiro equipamento deste tipo no Brasil. Na prática, o recolhimento de microlixo poderá ser intensificado, gerando, desta forma, benefícios ambientais e também à saúde pública.

Marcelo Hummel Corretor de Imóveis CRECI 164753

Nesta segunda-feira (25), a máquina foi testada nas areias do Bairro Guilhermina. Ao longo de 30 minutos, foram retirados diversos resíduos dispensados de forma irregular pela população na areia. Entre eles estavam: tampas de garrafa, aros de latinhas, canudos, pontas de cigarros e até cotonetes, entre outros.




O prefeito de Praia Grande, Alberto Mourão, acompanhou a demonstração no Guilhermina. O administrador municipal ressaltou que a Prefeitura tem buscado alternativas para deixar as praias cada vez mais limpas para munícipes e turistas. “A Cidade desenvolve uma série de ações voltadas à limpeza da orla da praia. Apesar de todos os esforços, a sujeira que fica embaixo da areia vai se acumulando ao longo do tempo, como bituca de cigarro, canudinho, tampa de garrafa. Os rastelos grandes não conseguem limpar. Essa máquina tem essa função”, comentou o prefeito.

Máquina - A ‘bob cat T590’ opera na área de areia fofa e conta com um sistema de peneira vibratória, conhecido fora do País como sand cleaner, que entra na areia e retira a sujeira. Um rastelo finaliza o trabalho.

Por hora, a máquina pode cobrir uma área de até 15 mil metros quadrados. De acordo com o secretário de Serviços Urbanos de Praia Grande, Katsu Yonamine, que acompanhou também o início dos testes, um equipamento desse tipo tem condições de trabalhar um bairro por dia. “Essa máquina já é utilizada na Itália, Argentina e Estados Unidos’, comentou o dirigente.


Mas os benefícios não param por aí. Outro destaque da utilização da ‘bob cat T590’ é que ela desencadeia um processo denominado ‘areação’. Assim que a areia da praia é peneirada, ela ganha em oxigenação, o que acaba por matar fungos e bactérias existentes, prevenindo com isso doenças como, por exemplo, o popular ‘bicho geográfico’.

quinta-feira, 21 de março de 2019

Centro Expandido do Bairro Ocian está sendo revitalizado

Prefeitura está reurbanizando vias e reestruturará Praça Doutor Roberto Andraus
referência: Prefeitura de Praia Grande 20/3/2019

A Prefeitura de Praia Grande deu início as obras de revitalização do Centro Expandido do Bairro Ocian. O projeto contempla as avenidas Doutor Vicente de Carvalho, Dom Pedro II e Rua Oceânica Amábile, no trecho da Avenida Presidente Kennedy até a Castelo Branco, além das respectivas ruas transversais. A Praça Roberto Andraus, conhecida por abrigar as feiras de artesanato e de alimentação, também será remodelada. O investimento é de cerca de R$ 24 milhões. O prazo contratual de execução é de 36 meses. 
Marcelo Hummel corretor de Imóveis em Praia Grande CRECI  164753

Atualmente, os trabalhos na rede de drenagem nas ruas Otto Carlos Golanda, Teófila Vanderlinde e Afonso chaves estão sendo finalizados. Todas as vias, nos respectivos trechos existentes na área delimitada das obras, serão repavimentadas. No trecho que vai da Avenida Castelo Branco até a Rua Gilberto Amado, a pavimentação será com intertravados de concreto e as calçadas receberão pedra Goiás (nos mesmos moldes da Avenida Presidente Costa e Silva, no Bairro Boqueirão). Nas áreas restantes a pavimentação será asfáltica e nas calçadas será utilizado o piso intertravado de concreto (seguindo o padrão já existente na Avenida Dom Pedro II).

Praça Roberto Andraus – Como explicou a Secretária de Obras Públicas de Praia Grande, Eloisa Ojea, a Praça Roberto Andraus será totalmente remodelada. Os serviços já iniciaram: “Estamos demolindo as estruturas existentes, para então darmos início efetivo à reestruturação. Há diversas alterações: a Rua Olavo Bilac vai ganhar novo trecho, interligando-se a Rua Oceânica Amábile. Com isso a Igreja será separada da praça. Assim haverá, após a conclusão das obras, um novo acesso para veículos, dando um melhor ordenamento ao trânsito local, além de calçadas e espaços externos mais modernos e adequados para os pedestres”.

Nova estrutura será construída em concreto e com cobertura de policarbonato com policarbonato (nos mesmos moldes da Área de Eventos do Bairro Guilhermina), que terão função múltiplo uso. Ladeando a Avenida Dom Pedro II será construída a estrutura maior, com 44 m x 6 m, onde funcionará a área de alimentação e junto a ela será montado um espaço com mesas e cadeiras (Lounge). Junto ao novo trecho da rua Olavo Bilac e também ladeando a Rua Gilberto Amado ficarão localizadas as outras estruturas, com 38,5 m x 6 m, entre elas a área de artesanato.

A praça terá piso em pedra Goiás. Uma preocupação da Prefeitura foi o projeto paisagístico, que priorizou a preservação das árvores existentes. O local ganhará novo e moderno mobiliário urbano (bancos e lixeiras). “Complementando as obras, a praça ganhará novas instalações elétricas, luminárias e câmeras de segurança. Ao final dos trabalhos, moradores e turistas terão um equipamento moderno, com mais conforto e segurança”, finalizou a titular da Seop.

quarta-feira, 13 de março de 2019

Minha Casa Minha Vida: Caixa Aumenta Valor De Imóveis Financiados

Por Mercado Imobiliário

As famílias de baixa renda de cidades de até 50 mil habitantes terão acesso a mais financiamentos do Minha Casa Minha Vida (MCMV). O banco aumentou o valor de imóveis financiados para as faixas 2 e 3 do programa habitacional. Paralelamente, a instituição elevou o valor do subsídio para a faixa 2 em cidades de até 20 mil habitantes.



O teto de imóveis para as faixas 2 e 3 do MCMV foi ampliado. Para as cidades de 20 mil a 50 mil habitantes, o valor máximo do imóvel a ser financiado passou de R$ 110 mil para R$ 145 mil no Distrito Federal, no Rio de Janeiro e em São Paulo; de R$ 105 mil para R$ 140 mil no Sul, no Espírito Santo e em Minas Gerais; de R$ 105 mil para R$ 135 mil em Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul; e de R$ 100 mil para R$ 130 mil no Norte e no Nordeste.


Nas cidades com menos de 20 mil habitantes, o teto do financiamento passou de R$ 95 mil em todas as regiões para os mesmos valores (escalonados por regiões) dos municípios com até 50 mil moradores.


Faixa 2

O banco também aumentou o valor do subsídio para financiamentos da faixa 2 em cidades de até 20 mil habitantes. O subsídio passou de R$ 10.545 para R$ 11,6 mil para os mutuários com renda familiar bruta de até R$ 1,8 mil.


Para as cidades de 20 mil a 50 mil habitantes, o valor do subsídio na faixa 2 não mudou, podendo chegar a R$ 29 mil, dependendo da região do imóvel. Os subsídios para a faixa 1,5 do Minha Casa Minha Vida também não sofreram alteração, com valor máximo de R$ 47,5 mil para famílias que ganhem até R$ 1,2 mil.

As novas regras foram publicadas em instrução normativa do Ministério do Desenvolvimento Regional. Em nota, a Caixa Econômica Federal informou que as novas condições permitirão ao banco consumir todo o orçamento disponível para este ano no financiamento de moradias para a população de baixa renda.


“Com essas novas condições, a Caixa está com capacidade plena para atender a demanda por moradia no mercado imobiliário e aplicar todo o orçamento disponível para 2019, promovendo o aquecimento da economia, gerando empregos e rendas, além de contribuir para a redução do déficit habitacional do país”, destacou o banco no comunicado.


Fonte: Agência Brasil


quarta-feira, 7 de novembro de 2018

CMN antecipa limite de R$ 1,5 milhão para financiamento de imóveis no SFH


blog.movingimoveis.com.br Brasília, 29/10/2018


Marcelo Hummel Imóveis em Praia Grande e Baixada Santista

O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu antecipar a vigência do teto de R$ 1,5 milhão para o financiamento de imóveis com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). De acordo com a decisão original de julho deste ano, o novo limite entraria em vigor apenas em 1º de janeiro de 2019.
RESIDENCIAL COIMBRA
O CMN decidiu implementar o novo limite de forma imediata “diante do fato de o novo valor não implicar na necessidade de ajustes substanciais nos sistemas internos das instituições financeiras, diferentemente das demais alterações introduzidas pela referida resolução (de julho)”.
Atualmente, o limite para essas operações é de R$ 950 mil. A antecipação já havia sido cogitada pelo governo e era uma demanda da indústria da construção civil como forma de estimular o setor ainda neste ano. (Eduardo Rodrigues e Idiana Tomazelli).