quarta-feira, 7 de novembro de 2018

CMN antecipa limite de R$ 1,5 milhão para financiamento de imóveis no SFH


blog.movingimoveis.com.br Brasília, 29/10/2018


Marcelo Hummel Imóveis em Praia Grande e Baixada Santista

O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu antecipar a vigência do teto de R$ 1,5 milhão para o financiamento de imóveis com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). De acordo com a decisão original de julho deste ano, o novo limite entraria em vigor apenas em 1º de janeiro de 2019.
RESIDENCIAL COIMBRA
O CMN decidiu implementar o novo limite de forma imediata “diante do fato de o novo valor não implicar na necessidade de ajustes substanciais nos sistemas internos das instituições financeiras, diferentemente das demais alterações introduzidas pela referida resolução (de julho)”.
Atualmente, o limite para essas operações é de R$ 950 mil. A antecipação já havia sido cogitada pelo governo e era uma demanda da indústria da construção civil como forma de estimular o setor ainda neste ano. (Eduardo Rodrigues e Idiana Tomazelli).

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Preços dos imóveis sobem em Praia Grande e Santos

Para Secovi, no caso santista, valorização está relacionada ao estoque em queda

Fonte: MARCELO SANTOS-A TRIBUNA 22/06/2018 - 10:41 - Atualizado em 22/06/2018 - 10:45

Santos registrou uma média de R$ 5.792 por metro quadrado, com alta de 5,39%. A Cidade ficou em 13º lugar no ranking nacional do m². Já Praia Grande, que aparece em 58º, apresentou exatos R$ 3,9 mil pelo m², com valorização de 7,63%. Com m² de R$ 7.586, Bertioga aparece em quarto lugar no ranking nacional. O recuo foi de 18,63%, o maior no País.
Venda ou Locação Aviação - Praia Grande

Nas demais cidades da região, a única com valorização é Peruíbe, com 7,63% – o m² é de R$ 3.110 (88º no ranking). Em Guarujá, os preços caíram 3,07%, com m² de R$ 4.646, o 31º do ranking. Em São Vicente, o m² fechou a R$ 4.119, em 49º lugar. Itanhaém recuou 2,96%, ficando em 98º, com R$ 2.806. A queda de Mongaguá foi de 7,49%, com m² de R$ 2.907 (em 93º). O diretor regional do Secovi (sindicato das empresas de compra e venda de imóveis), Carlos Meschini, afirma que a alta em Santos está relacionada ao consumo do estoque. Devido à oferta estimulada pela febre do pré-sal, as construtoras cessaram os lançamentos para desaguar a sobra. As empresas também amargaram um grande volume de distratos, que são imóveis devolvidos na planta e que chegaram a 40% em alguns edifícios.
Venda Canto do Forte - Praia Grande
Meschini, no entanto, lembra que esses 5,39% não impressionam, porque se for considerado os últimos três anos, a alta perde para a inflação. No caso de Praia Grande, a Cidade atrai novos moradores devido aos preços atraentes, mas ainda tem muito espaço para crescer. Com isso, a construção de Praia Grande não parou, mas a procura é elevada, o que pressiona a alta. Porém, os preços na orla da Cidade continuam quase a metade do verificado em Santos. Por isso, a atratividade continua. No caso de Bertioga, diz Meschini, os preços são puxados pelo alto padrão da Riviera de São Lourenço. Para ele, trata-se de uma acomodação. O m² subiu com força, mas a procura não veio conforme o esperado.

segunda-feira, 16 de abril de 2018

Caixa reduz juros do crédito imobiliário em até 1,25 ponto porcentual

16/04 às 10h36 - Atualizada em 16/04 às 10h43


Jornal do Brasil


A Caixa Econômica Federal anunciou na manhã desta segunda-feira, 16, a redução de até 1,25 ponto porcentual das taxas de juros do crédito imobiliário utilizando recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo. Além disso, o banco também anunciou o aumento de 50% para 70% da cota de financiamento de imóvel usado. As mudanças começam a valer já nesta segunda-feira.

A medida para baratear o custo do crédito imobiliário já havia sido antecipada ao Broadcast (serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado) pelo novo presidente da Caixa, Nelson Antônio de Souza, no início do mês, quando assumiu o comando do banco.

Para ele, a redução facilita o acesso à casa própria e contribui para estimular o mercado imobiliário. "O objetivo da redução é oferecer as melhores condições para os nossos clientes, além de contribuir para o aquecimento do mercado imobiliário e suas cadeias produtivas", disse em nota.

De acordo com a instituição, com a medida, as taxas mínimas passaram de 10,25% a.a para 9% a.a, no caso de imóveis dentro do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e de 11,25% a.a para 10% a.a, para imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).



A Caixa ainda informa que possui R$ 82,1 bilhões para o crédito habitacional em 2018 e que o banco mantém a liderança no setor, com cerca de 70% das operações para aquisição da casa própria.